Agudos (SP) - Entre as atividades que contribuem para a manutenção do Seminário de Agudos merece destaque os trabalhos da fazenda.
Os Freis Osmar Dalazen e Leonir Anzolin, não poupam energia e dedicação no exercício diário de cuidar do gado, da produção de velas, de mel e da plantação de eucaliptos. Recebem o apoio de toda a fraternidade, e contam com a especial colaboração e experiência de Frei Francisco Tomazzi que, entre tantas outras responsabilidades, zela para que o aumento do número das formigas não interfira no crescimento das árvores e outras plantas.
Quando o mês de maio aponta no calendário os campos ao redor do Seminário começam a se encher de bezerros recém-nascidos. Num rebanho de proporções como o da nossa fazenda, não é raro suceder que uma vaca traga duas crias ao mesmo tempo. Quando isso ocorre, a vaca rejeita uma das
crias, normalmente a que nasceu primeiro.
O que fazer com o bezerro-órfão?
Frei Rafael Spricigo, o guardião da fraternidade, arranjou solução bastante original para um desses casos: trouxe para perto de casa, em local especialmente preparado, uma dessas vaquinhas e passou a cuidar dela diligentemente. Tal cuidado exige, entre outras coisas, mamadeiras e caminhadas diárias. Aos poucos, a bezerrinha, ainda sem nome, vai se mostrando muito dócil e tem tudo para tornar-se nova mascote do Seminário.