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Agudos, 06/01/2009, 21:23




05.08.08



Alunos escrevem sobre Santa Maria dos Anjos

“Vamos a Santa Maria”
Saída e chegada, palavras chaves para escrever algumas linhas sobre a simples igreja dedicada à Virgem oferecida a Francisco e a seus irmãos nos inícios da Ordem Franciscana.
Dali saiu a Ordem, ali ela volta; é fonte da água mais pura que sacia a sede de simplicidade e do primeiro amor.
Aos franciscanos e franciscanas de todos os tempos, voltar a Santa Maria é um convite que lembra acolhimento, lembra mãe, proteção, berço que embalou os mais belos sonhos, o ventre materno que gerou homens e mulheres simples, capazes de grandes feitos, recorda também a árvore que gerou os mais diversos frutos e matizadas flores, a “pequena porção” que fecundou a terra com os maiores gestos, atos e grandiosidades.

Alexsandro Braz da Silva
Seminarista do 3º ano do Ensino Médio

A inspiradora Santa Maria dos Anjos
Santa Maria é a mais pobre entre as mulheres; Porciúncula a mais pobre entre as igrejas.
A Ordem Franciscana vive neste tempo a celebração dos 800 anos de aprovação da Regra e apresenta sua proposta de reflexão na volta às origens. Falar de retorno sem falar de primórdios é impossível; ora, Santa Maria está extremamente ligada ao surgir da vida franciscana, inclusive, a capela que leva seu nome é tida como o nascedouro da Ordem. A pequena igrejinha de Santa Maria dos Anjos era pobre e acolhedora, tudo o que São Francisco queria. A lembrança dela sempre foi indispensável aos frades; de lá surgiram inspiração para a missão, para a pregação e para as mudanças necessárias.
Assim como os antigos frades se inspiravam na pobre mãe de Deus, os atuais também devem voltar, devem recorrer a ela, pois está ligada aos primórdios da Ordem Franciscana e é fonte de inspiração para todas as pessoas.

Ricardo Gabriel Hubner
Seminarista do 3º ano do Ensino Médio

Santa Maria que vem a nosso encontro
Todo ser humano precisa de um lar onde possa descansar e o melhor lugar para descansar é nos braços do pai e no colo da mãe.
São Francisco irá buscar a morada do Pai na casa da pobreza; esse era seu maior objetivo. Ao procurar uma habitação para alojar o crescente grupo dos irmãos menores recorreu ao bispo de Assis, aos cônegos de São Rufino e aos monges de São Bento (nesta hora, no céu, Maria olhou para Jesus e disse: ‘com eles caminharei onde quer que forem’); solicitamente, o abade lhe concedeu a capelinha de Nossa Senhora dos Anjos, rica de pobreza e milionária de paixão. Esse foi um dos maiores presentes de Francisco e era tudo o que ele esperava. A partir dali, Francisco e seus irmãos continuaram a missão, sempre ao lado de Maria.
A missão e inspiração de ontem inebria e acalenta o sonho franciscano até nossos dias.

Wellington Ezequiel da Costa
Seminarista do 3º ano do Ensino Médio

 

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