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Província Fraternidades Carisma Franciscano Sefras SAV Missões Multimídia
       São Paulo, 06/01/2009, 18:07          
 



   
Cristo Crucificado, da Igreja do Pari

MUSEOLOGIA

PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA OS BENS CULTURAIS DA IGREJA

CARTA CIRCULAR "A FUNÇÃO PASTORAL DOS MUSEUS ECLESIÁSTICOS"

I - Introdução
Conservação do património histórico-artístico da Igreja 1.1 Importância do património histórico-artístico
1.2 Aproximação à conservação do património histórico-artístico
1.3 Indicações históricas sobre a conservação do património histórico-artístico
1.4 Intervenções legislativas da Igreja sobre o tema dos museus eclesiásticos

II- Natureza, finalidade e tipologia do museu eclesiástico
2.1 Natureza

2.1.1 A conservação no contexto eclesial
2.1.2 A valorização no contexto eclesial

2.2 Finalidades
2.2.1 A salvaguarda da memória

2.2.2 A pastoral através da memória
2.3 Tipologia
2.3.1 Tipos de museus

2.3.2 Tipologia dos objectos reunidos
2.4 Instituição

III- Organização do museu eclesiástico
3.1 Sede
3.1.1 Estrutura

3.1.2 Entrada
3.1.3 Salas
3.1.4 Vitrinas
3.1.5 Salas para exposições temporárias
3.1.6 Sala didáctica
3.1.7 Sala de formação cultural
3.1.8 Biblioteca
3.1.9 Arquivos corrente e histórico
3.1.10 Saída
3.1.11 Áreas de descanso
3.1.12 Escritórios para os funcionários
3.1.13 Salas de depósito
3.1.14 Laboratório de restauro

3.2 Segurança
3.2.1 Instalações

3.2.2 Vigilância
3.3 Gestão
3.4 Pessoal
3.5 Normas
3.6 Relações com outras instituições

IV
Fruição do museu eclesiástico
4.1 Fruição pública

4.2 Fruição em sentido eclesial
4.2.1 A fruição na mens eclesial

4.2.2 A fruição no contexto eclesial
4.2.3 A fruição na vivência eclesial
4.3 A fruição no conjunto do território

V
Formação dos agentes para os museus eclesiásticos
5.1 Projecto formativo
5.1.1 Importância da formação

5.1.2 Urgências formativas
5.1.3 Critérios formativos
5.1.4 Conteúdos da formação
5.1.5 Lugares de formação
5.1.6 Colaboração interinstitucional
5.2 Formação dos agentes
5.2.1 Princípios para a formação do clero
5.2.2 Princípios para a formação dos agentes e dos guias
5.2.3 Iniciativas para a formação dos agentes
5.2.4 Iniciativas para a formação dos utentes
5.3 Função do voluntariado

VI
Conclusão



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