“Não julgueis e não sereis julgados. Pois com o mesmo julgamento com que julgardes os outros sereis julgados...”
(Mt 7,1)
Devemos remover os juízos condenatórios de nossa prática, pois os mesmos geram atritos e exclusões em nossas relações interpessoais. Jesus apresenta Deus como um Pai amoroso e misericordioso. O Pai não julga e nem condena. Ele espera de nós uma atitude de mudança interior, chamada “metanóia” (mudança de mentalidade). Esta exigência de Deus nos impele a um trabalho interno (alma e coração) intenso e laborioso.
Quem entra pelo caminho da conversão, não julga e nem condena. Pelo contrário, usa de misericórdia para com as pessoas. Reflitamos sobre essa prática: sejamos bondosos e misericordiosos para com aqueles que Deus confiou a nós. Sejamos bondosos e misericordiosos para com as pessoas que vão cruzando nossos caminhos...