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irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras e
preciosas e belas.
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Instituto Teológico Franciscano
Editora Vozes
São Paulo, Brasil, 11/10/2008, 18:17  
 

 04/06/08 

Dia Mundial do Meio
Ambiente e Ecologia

O Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas - ONU, de 1972, para marcar a abertura da 1ª Conferência Mundial de Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia. Na mesma ocasião, outra resolução criou também a UNEP - o Programa da ONU para o Meio Ambiente.
Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.

Ecologia - O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Mas já no século XIX um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia.

Junção das palavras gregas oikos (casa) e logos (estudo), a disciplina ficou restrita aos meios acadêmicos até bem pouco tempo. Ela só ganhou dimensão social após um acidente de grande proporção, que derramou 123 mil toneladas de óleo no mar, na costa da Inglaterra, em 1967, com o petroleiro Torrey Canion.

Neste dia 5 de junho, Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente, queremos convidá-os para assinar e protestar contra o projeto em tramitação na Câmara Federal que prevê o plantio de até 30% de espécies exóticas em áreas de Reserva Legal na Amazônia.

O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.

Assine contra este projeto no site http://www.meiaamazonianao.org.br

O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte.

Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior.

Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.

O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.

Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região.

Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro.

Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição.

A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.



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