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_ ATIVIDADES PASTORAIS
EXPEDIENTE
Diariamente, das 7h30 às 17h00
PORTÃO DE ACESSO
De segunda a sábado, das 5h30 às 16h45
Domingo, das 4h30 às 16h45
MISSAS
De segunda a sexta-feira:
6h00, 7h00, 8h00, 9h30 e 15h00
Sábado:
6h00, 7h30, 9h00, 11h00 e 15h30
Domingo
5h00, 7h00, 9h00, 11h00, 14h00 e 16h00
Missa dos Enfermos (Campinho)
2ª quarta-feira do mês - às 15h00
CONFISSÕES
Diariamente, das 8h00 às 11h00 e das 14h00
às 16h30
OBRAS SOCIAIS
AACP - A Associação dos Amigos
do Convento da Penha foi criada em 1996 por iniciativa
de um grupo de 19 (dezenove) pessoas que demonstraram
seu imenso gesto de amor à Nossa Senhora.
A AACP é uma instituição sem
fins lucrativos, possuído estatuto devidamente
registrado, regimento interno, CNPJ e todas as demais
exigências legais para funcionamento
SALA DOS MILAGRES
Diariamente, das 7h30 às 17h00
CONTRIBUIÇÕES
Certamente a sua contribuição, qualquer
que seja o valor, em muito ajudará na cobertura
dos elevados gastos de manutenção e
preservação deste valioso patrimônio
da humanidade. Caso você queira fazer sua contribuição
poderá depositar em da Província Franciscana
da Imaculada Conceição do Brasil - Convento
da Penha.
a) BANESTES - AG. 091 - C/C nº 1.404.744
CONHEÇA MAIS
A Gruta de Frei Pedro Palácios
Lapa de pedra localizada na parte externa do Convento,
na Prainha, próxima ao o Oratório de
Nossa Senhora e o Portão antigo. Recebeu o
nome de gruta de Frei Pedro Palácios em homenagem
ao Fundador do Santuário, que segundo os relatos
históricos, era na gruta que Frei Pedro Palácios
morou inicialmente quando aqui chegou em 1558, sendo
tal abrigo muito utilizado no início da colonização
por quaisquer forasteiros que aqui arribasse.
Durante muitas décadas a gruta foi um abrigo
natural, formado pela natureza. No passado serviu
de passagem para o "Caminho da Fortaleza"
(caminho que levava ao Forte do Exército -
São Francisco Xavier).
Oratório de Nossa Senhora da Penha
Relíquia da historiografia religiosa capixaba.
Localizado do lado de fora do portão antigo
do Convento, na praça Frei Pedro Palácios
- Prainha de Vila Velha - ES. Atualmente, abriga uma
réplica do Painel de Nossa Senhora das Alegrias.
O oratório remonta aos primeiros anos da colonização
e era ponto de práticas devocionais da população
local, dos pescadores e dos navegantes. Ali o mar
encostava a terra. É um dos ícones da
saga de Frei Pedro Palácios, fundador da Ermida
das "Palmeiras" e foi utilizado pelo mesmo
quando aqui chegou em 1.558, abrigando inicialmente
o original do painel da Virgem que trouxe de Portugal.
O Portão Velho
Portão construído em 1774, com detalhes
em relevo. Por ele se entra pela histórica
e fascinante "Ladeira das Sete Voltas",
primitivo caminho para o alto da montanha. Está
localizado próximo à entrada do 38º
BI.
Ladeira da Penitência ou das Sete Voltas
A Ladeira da Penitência" que é uma
via de acesso ao Convento exclusiva de pedestre, é
também conhecida como a "Ladeira das Sete
voltas" ou ainda das "Sete Alegrias de Nossa
Senhora" . O nome de Ladeira da Penitência
é devido à sua declividade acentuada
e disformidade de calçamento feito de pé-de-moleque,
o que exige esforço para subi-la.
O nome de "Ladeira das Sete voltas" é
devido as curvas graciosas; e toda ela como que serpenteia
pela mata, com seus recantos maravilhosos e convidativos
à meditação e à oração
a cada volta. As Sete Voltas também insinuam
as "Sete Alegrias de Nossa Senhora" , devoção
instituída e propagada pela Ordem Franciscana
a quem o fundador do Convento, Frei Pedro Palácios,
dedicava especial predileção.
Sua existência data da fundação
do Convento, tendo já passado por ela personalidades
importantes de cenário religioso e político
do País, a exemplo do Imperador Dom Pedro II
e sua comitiva em 1.860. O seu calçamento de
pedras é produto do trabalho dos escravos,
que ocorreu pelo ano de 1.643, iniciativa do Frei
Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774
e 1777 renovado e que perdura até os nossos
dias.
A subida pela Ladeira da Penitência resulta
numa caminhada de 457 m cheia de encantos pelas pedras
seculares do calçamento, pelo verde da árvores
seculares, pelas sete voltas com suas cruzes e mini-nichos
com imagens para meditações e orações.
O Portão Principal
Portal construído em 1.952, é a principal
entrada de acesso ao Convento. Sua estrutura arquitetônica
retrata o estilo de construção dos anos
50, porém imitando o portal antigo que foi
construído em 1777.
Mata Atlântica - Flora e Fauna
O Santuário da Penha abrange uma área
de 632.226 m² que abriga também um fragmento
de Mata Atlântica que é cuidadosamente
preservada por meio de parceria com a iniciativa privada,
através de Convênios de revitalização
da mata firmado com a CVRD e a CST.
A faixa da Mata Atlântica existente no Santuário
da Penha é o mais importante pulmão
verde da Cidade de Vila Velha que abriga uma variada
flora e fauna. As principais plantas nativas existentes
na Mata do Convento são: cajasão, pau
d'alho, pau sangue, guapuruvú, ipesão,
louro, manjolo, angico branco, quina preta, dentre
outros.
A fauna também é variada, existindo
várias espécies de animais e aves, como,
por exemplo: gambá, preguiça, faisão,
dentre outras.
Palanque
O Palanque foi construído em 1.994, para a
realização das Celebrações
da Festa da Penha e também para outras celebrações
que reunam um número significativo de pessoas.
Tem todo infra estrutura, de altar a capela do Santíssimo
para as celebrações da Eucaristia.
Capela de São Francisco
Capela que foi edificada por Frei Pedro Palácios
em 1.558. Atualmente é dedicada a São
Francisco, em honra ao fundador da ordem de São
Francisco. Foi Nessa Capeta que Frei Pedro Palácios
havia colocado inicialmente o Painel da Virgem Maria
que trouxera de Portugal e foi também nesta
que viera a falecer a 2 de maio de 1.570.
Tendo a Capela caído em ruínas, Frei
Alfredo Setaro a reconstruiu no ano de 1.958, comemorando
o 4º centenário da chegada de Frei Pedro
Palácios ao Espírito Santo. Nesta capela
Frei Pedro Palácios entregava-se aos exercícios
da penitência e da oração.
Lanchonete e loja de lembranças Nossa Senhora
da Penha
Em 1.994 o Convento construiu novo espaço para
o funcionamento da lanchonete e da loja de lembranças,
cuja renda é revestida para a manutenção
e preservação do Convento. O visitante
pode encontrar uma variedade de lembranças
do Convento e de artigos religiosos em geral como,
por exemplo: terços, medalhas de vários
tipos e tamanhos, chaveiros, botons, imagens, santinhos,
crucifixos, Bíblias, Postais, camisetas, dentre
outros.
Sala da Apietá
Imagem esculpida em madeira maciça de cedro
pelo artista italiano Carlos Crepaz em 1.961. A imagem
tem 2,1 m de altura e lembra com seu porte a Pietá
de Michelangelo. Em 1.999 a imagem foi restaurada
e recebeu um redoma em acrílico para maior
proteção.
Capela de Sant' Ana Mestra
Do lado esquerdo da nave principal do Santuário
fica a capelinha dedicada à avó de Jesus,
Sant' Ana. Os registros históricos indicam
que em 1.865 já existia a capelinha com o retábulo
que é todo em madeira, com relevo itália.
Capela e Retábulo Mor
Lugar da primitiva ermida construída por Frei
Pedro Palácios. O primeiro altar da Capela-mor
devia ser talhado em madeira, de acordo com o estilo
da Igreja da época, porém não
se tem registros oficiais do mesmo, que pode ter sido
corroído pelo cupim ou mesmo destruído
pelas mãos dos coveiros de antiguidades preciosas.
Segundo dados históricos já em 1.770
existia o atual altar-mor, todo em pedra de mármore
branca, vermelha, azul e amarela que, em 1.874 foram
concluídas as obras de entalhe e esculturas,
que deram ao altar rara beleza e encantamento.
Balaustrada do Coro
Peça em madeira com talha artisticamente confeccionados
numa harmonia com as demais peças em madeira,
enriquecendo o ambiente interno do Santuário.
Interior do Santuário
Vários escritos existentes indicam que o Santuário
da Penha teve sua construção iniciada
por Frei Pedro Palácios que faleceu em 1.570.
As obras de construção em seu estado
atual foi concluída em 1.644, pelo então
Guardião Frei Paulo de Santo Antônio,
que levantou o corpo da Igreja transformando a capela
existente em capela-mor, guarneceu as paredes com
uma barra de azulejos e ampliou a pequena sacristia.
Desde então recebeu o título de Santuário
em substituição ao de Capela de Nossa
Senhora da Penha.
As fontes históricas não revelam quantos
altares foram erguidos na época da construção.
Apenas se tem informações, por meio
de fontes de 1.865, que indicam que nesse ano também
já existiam os altares laterais do Senhor Bom
Jesus e o de Nossa Senhora das Dores e o da Capelinha
de Sant' Ana.
Corredor Contíguo ao Santuário
Nas paredes laterais do corredor ou galeria do lado
direito da Igreja, encontra-se uma barra de azulejos
português do século XVIII.
Até princípios de 1.952, o corredor,
ou galeria, servia para a exposição
de ex-votos e outras promessas dos fiéis. Atualmente,
no lado esquerdo do corredor estão expostos
os quadros de Benedito Calixto e de Mirian Rabello.
À direita encontram-se os quatros da Via-acra,
em madeira, cujas figuras são de procedência
italiana.
Sacristia
Abriga o arcaz em estilo Dom José executado
em jacarandá maciço e, um armário
embutido esculpido em madeira para guardar os objetos
litúrgicos. Capela e Retábulo Mor
Ruínas das casas dos escravos
Conservam-se alguns pilares e colunas de antigas casas
de escravos que viveram no Convento da Penha. O trabalho
de conservação e limpeza da área
com o plantio de grama é uma homenagem dos
frades aos escravos que ajudaram a construir, defender
e conservar o Santuário.
Documentos antigos revelam que os escravos hábeis
sabiam geralmente um ofício: uns escravos eram
músicos, outros eram organistas e outros formavam
a banda de música do Convento para solenizar
as festas de Nossa Senhora.
Museu
Aberto aos sábados, domingos e feriados
O Museu de Nossa Senhora da Penha foi criado por frei
Alfredo Setaro, em 1952 e reinaugurado em outubro
2000 pelo atual Guardião Frei Geraldo Freiberger.
O museu do Convento está organizado no pavimento
térreo da ex-casa dos romeiros, e tem por objetivo
a dinamização museológica do
seu acervo, motivar uma reflexão sobre a História
do Santuário de Nossa Senhora da Penha enquanto
núcleo da cristianização e religiosidade
dos Capixabas.
O Museu representa um capítulo na História
do Convento/Santuário da Penha, iniciado por
frei Pedro Palácios, em 1558, com o esforço
e colaboração dos índios, negros
africanos, dos europeus integrantes dos conjuntos
de povoados desta terra capixaba, e dos franciscanos.
O museu do Convento integra o grupo de pequenos Museus
Latino-americanos, importantes pela atuação
museal realizada com suas comunidades e por seus raros
acervos, heterogêneos, representativos da sua
região e país.
Nas exposições estarão objetos-peças
na sua maioria datáveis dos séculos
XIX/XX, principalmente os representativos da época
em que os frades franciscanos retornaram ao seu Convento
da Penha 1942 (WILLEKE 1973), de onde se ausentaram
involuntariamente.
Para uma leitura dos antigos processos construtivos
da ex-casa dos romeiros, estão visíveis
para uma observação direta do público
parte do antigo piso de lajotas e "uma abóbada
de tijolos apoiada em quatro pilares contígua
a um pequeno cômodo, originalmente de meia-água,
em alienaria de pedra e cal..." Guarte, 1997).
No Conjunto dos objetos-peças exibidas de
inegável qualidade artística, realizados
em diferentes momentos históricos, merecem
atenção, entre outros, a pia batismal
em uso de 1952 a 1970 quando os batizados no Convento
da Penha foram cancelados por motivos pastorais o
artístico conjunto de esculturas religiosas
representativas das antigas devoções
do Convento como Nossa Senhora do Desterro; Nossa
Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição
e outras ; venerada pelos franciscanos.
Os raros trajes da imagem-de-roca de Nossa Senhora
da Penha os ex-votos narrativos pintados, Sec. XIX/XX,
de preciosa fatura popular.
Sala dos Milagres
A Sala dos Milagres constitui o espaço para
exposição de ex-votos ofertados à
Virgem da Penha. Está organizada no pavimento
térreo da ex-casa dos romeiros ao lado do Museu.
Foi inaugurada em 1.998 e expõe acervo tradicional
reunido por mais de dois séculos pelos frades
franciscanos e pelos fiéis devotos o Santuário.
Na Sala dos Milagres encontra-se uma réplica
da Imagem de Nossa Senhora da Penha que é peregrina
e visita as comunidades. A imagem da Santa está
em destaque, tendo como fundo painel evocativo da
"Festa da Penha", pintado pelo artista plástico
Atílio Colnago, para abençoar seus devotos.
Nas paredes laterais estão expostos inúmeras
placas de agradecimento e de quadros com fotografia
de fiéis e devotos de Nossa Senhora. Assim
também estão expostos outros objetos
como cabeça de cera, pernas, muletas e vários
outros ex-votos deixados pelos devotos de Nossa Senhora
em agradecimento pelas Graças alcançadas.
Alameda Dom Luís Scortegagna
O acesso rodoviário ao Convento tem o nome
de Alameda Dom Luiz Scortegagna em homenagem ao 4º
Bispo do Espírito Santo.
Nasceu de um simples caminho particular, aberto pelo
então Guardião Padre José Lidwin
que abriu uma "picada" na mata para a passagem
com seu cavalo do seu sítio, hoje onde esta
instalada a horta do convento, para se chegar, até
o campinho.
A primeira abertura da estrada, aproveitando parte
da "picada" feita pelo Padre José,
ocorreu na década de 20, após a inauguração
da Ponte Florentino Avidos ( também conhecida
como cinco Pontes), pelo então Governador Florentino
Avidos. O ato do então Governador atendeu ao
apelo de pessoas que possuíam carro e queriam
visitar o Convento em seus automóveis.
As constantes erosões provocadas pelas chuvas
que dificultavam o acesso dos automóveis ao
Convento, levou em 1.952 o Governador do Estado Jones
dos Santos Neves, a pavimentar a estrada que recebeu
o nome de Alameda Dom Luiz Scortegagna .
São 1.200 m de Alameda, ladeada de belíssimas
e frondosas árvores, que encantam a todos pelas
suas variadas formas e estrutura de suas folhagens.
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