ENCÍCLICAS HISTÓRICAS

"Diu satis" (15 de maio de 1800) - Pio VII recomenda aos bispos que se esforçem para manter a unidade da igreja, ameaçada por questões políticas

"Mirari vos" (15 de agosto de 1832) - Gregorio 16 combate os "principais erros dos tempos modernos". Assinala, especialmente, as tentativas de cisma, a liberdade de consciência e a liberdade de imprensa

"Nostis et nobiscum" (8 de dezembro de 1849) - Pio 9º expõe e condena os princípios das doutrinas comunistas e socialistas

"Quanto conficiamur" (10 de agosto de 1863) - Pio 9º afirma a legitimidade dos direitos tradicionais da Santa Sé

"Quanta cura" (8 de dezembro de 1864) - Pio 9º condena as teorias de liberdade de culto e de imprensa, enquanto se fundarem no princípio do naturalismo, que, para ele, afasta a religião das pessoas

"Immortale Dei" (1885), de Leão 13 - sobre a sociedade civil

"Rerum novarum" (1891) - Leão 13 explica as bases da doutrina social da igreja numa sociedade industrializada e condena a tendência dos Estados modernos de usurpar os direitos do indivíduo. Aconselha, no entanto, a proteção pelo Estado dos interesses da classe assalariada

"Providentissimus Deus" (1893), de Leão 13 - sobre os estudos bíblicos

"Pascendi" (1907), de Pio 10º - condena um movimento _conhecido como Modernismo Católico, com seguidores em Itália, França, Alemanha e Espanha_ que interpreta as idéias católicas em termos de pensamento contemporâneo

"Divini illius magistri" (1929), de Pio 11 - sobre a educação da juventude

"Casti connubii" (1930), de Pio 11 - sobre o casamento

"Humanae vitae" (25 de julho de 1968) - Paulo 6º condena todas as formas artificiais de controle da natalidade, em especial o uso de anticoncepcionais. A encíclica aborda também a questão do casamento e do amor conjugal

"Redemptor hominis" (4 de março de 1979) - João Paulo 2º lança a primeira encíclica de seu pontificado e reforça a necessidade da ortodoxia doutrinária e do celibato sacerdotal

"Sollicitudo rei socialis'' (fevereiro de 1988) - refuta a violência como forma de sanar a injustiça social.

"Evangelium vitae" (30 de março de 1995) - condena, em suas 198 páginas, todas formas do que o papa João Paulo 2º classifica como "cultura da morte". Reafirma a condenação do aborto e da eutanásia e critica o uso do preservativo como meio de contracepção.

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