08/10/2002
Profissão Solene de Frei Alexandre Crisóstomo

Frei Alexandre fez sua profissão solene no dia 6 de outubro, na Igreja São Francisco, em São Paulo. Com a presença de seus parentes, inclusive de seus avós maternos, de um grupo significativo de frades estudantes de Petrópolis (11), e dos Frades da Fraternidade Local, a celebração eucarística em que Frei Alexandre fez sua votos perpétuos teve início às 10h30. Era o domingo das eleições, por sinal.

A preparação a esse momento decisivo na vida de Frei Alexandre já havia sido iniciada dias antes, com um tríduo, pregado por Frei Wilson Steiner e Frei Aírton da Rosa Oliveira (Soneca). No dia 6, a Igreja estava cheia e o clima era de muita alegria e serenidade. Tudo transcorreu com simplicidade, mas era intenso o espírito fraterno. Após a missa, Frei Alexandre recebeu os cumprimentos na frente da igreja. O sol batia forte, mas ele deu sua atenção a todos que haviam participado da celebração e que queriam dar-lhe um abraço de parabéns e de encorajamento.

Frei Alexandre nasceu em Guarulhos-SP, em 16.10.1975. Iniciou sua formação franciscana em 1995 no Seminário Santo Antônio, em Agudos-SP. Nos anos seguintes, 96 e 97 seguiu para as etapas do postulantando e noviciado, em Guaratinguetá-SP e Rodeio-SC respectivamente. Nos anos de 1998 a 2000 continuou sua formação franciscana e os estudos de Filosofia, em Campo Largo-PR. Em 2001 veio transferido para São Paulo, para um período de estágio no Convento de São Francisco, assumindo o serviço de porteiro, compras e contabilidade da casa. Além disso, é assistente do grupo inicial da Jufra e faz o acompanhamento dos vocacionados franciscanos que se preparam para ingressar no seminário. Em 2003 deve seguir para Petrópolis-RJ, onde vai iniciar os estudos teológicos.

Depoimento de Frei Alexandre
Ter feito profissão solene na Ordem dos Frades Menores foi uma grande alegria, após ter vivido os anos de formação inicial, passando por grandes alegrias e dificuldades. Seguir os passos de Jesus Cristo ao modo de São Francisco é contemplar e viver o mistério da cruz. Percebendo a cruz como sinal e expressão do amor de Deus, passei a refletir sobre ela como sendo expressão da gratuidade do Pai. Por isso, a consagração religiosa é uma forma de corresponder ao seu amor generoso e gratuito.

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