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15/08/2005
Profissão
solene em Petrópolis
Petrópolis
(RJ) -
No dia 2 de agosto, data festiva para os filhos
e filhas de São Francisco de Assis, professaram
solenemente na Ordem dos Frades Menores, durante
a celebração Eucarística
das 18 horas, na igreja matriz do Sagrado Coração
de Jesus, em Petrópolis, os nossos confrades:
Adriano Dias do Nascimento, Daniel Dellandrea,
Diomedes Basi, Fábio Junior Pickler, José
Francisco de C. dos Santos, Marcelo Paulo Romani,
Thiago Alexandre Hayakawa e Valdecir Schwambach.
Sabemos que o Seráfico Pai Francisco consagrou
especial afeição à capela
de Nossa Senhora dos Anjos, a Porciúncula.
E que neste lugar sagrado deu início à
Ordem dos Frades Menores e preparou a fundação
das Clarissas. Para celebrar tantos e tão
grandes favores ali recebidos de Deus, instituiu-se
também esta festa litúrgica (2 de
agosto), o aniversário da pequenina igreja.
"Nada de vós retenhais para vós
mesmos, para que totalmente vos receba quem totalmente
se vos dá" (CtOr29). Tais palavras
foram de grande valia na vida dos nossos confrades,
antes e no dia da profissão solene. É
verdade que assim o será durante toda a
vida dos nossos irmãos.
A Celebração Eucarística
foi presidida pelo ministro provincial Frei Augusto
Koenig, que já se encontrava em Petrópolis,
juntamente com o vigário provincial, Frei
Vitório Mazzuco Filho, e o grupo de definidores:
Frei César Külkamp, Frei José
Idair Ferreira Augusto, Frei José Pereira,
Frei Jurandir Cristofolini, Frei Paulo Roberto
Pereira e o Frei Olivo Marafon, além do
secretário da Província, Frei Walter
de Carvalho Júnior. Também se fez
presente um grande número de frades do
Regional. É bom lembrar que nesse dia solene
esteve conosco Dom Diamantino Prata de Carvalho,
bispo de Campanha, MG.
No momento da homilia, Frei Augusto lembrou quem
fora o jovem Francisco e o que aconteceu em sua
vida, quando ele ouviu a voz do Crucifixo na igrejinha
em ruína de São Damião. O
pregador disse aos presentes, voltando-se de modo
especial aos familiares dos professandos, que
a partir dos votos perpétuos, os frades
passam a pertencer definitivamente à Ordem.
Agradeceu aos familiares pela generosidade, e
salientou que o frade menor deve abandonar-se
nos braços seguros do Pai. Para melhor
ilustrar o que dissera anteriormente, contou-nos
a seguinte história. Um edifício
estava em chamas. De repente, do meio da fumaça
surgiu uma menina. A multidão aflita, que
se encontrava na frente do edifício em
chamas, gritava para a criança saltar...
Foi quando o pai da pequenina entrou em cena.
Quando ela ouviu a voz do pai que dizia: "Salte,
minha filha, eu estou aqui...", a menina
saltou na direção dos braços
do seu pai e foi salva.
Por fim, Frei Augusto falou da importância
e profundidade dos votos de pobreza, obediência
e castidade que os professandos, em seguida, fariam
por toda a vida.
Após a celebração, todos
os presentes foram convidados a confraternizarem-se
no salão da Paróquia. É justo
que façamos os nossos agradecimentos ao
guardião da Fraternidade do Sagrado Coração
de Jesus, Frei Gentil de Lima Branco, e ao pároco,
Frei Vitalino Piaia. Pelos nossos confrades agora
professos solenes, as nossas orações,
preces e agradecimentos a Deus.
Frei Miguel da Cruz
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