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Natural de Xanxerê, no Oeste Catarinense, Diomedes Basi fez sua opção pela vida religiosa quando já era adulto. Ele lembra que o seu discernimento vocacional se deu durante uma celebração na Comunidade Linha São Miguel, onde residia, e foi presidida por Frei Luiz Carlos Peloso. |
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Data da ordenação:
dia 13 de setembro de 2008
Horário: 17h00, na cidade de Ipuaçú.
Bispo ordenante: Dom Manoel João Francisco. |
“Penso que naquele momento senti o chamado, porque após a celebração tomei a decisão de ir até à sacristia para conversar com o frei”, recorda Frei Diomedes. A partir daquele momento, fez acompanhamento vocacional durante um ano e ingressou no Seminário de Agudos em 96, para cursar o Ensino Médio, que concluiu em 98.
A escolha pelos franciscanos, segundo Frei Diomedes, parece até brincadeira, mas no dia em que conversava pela primeira vez com o procurador vocacional da Paróquia, que era Frei José Clemente Schafaschek, bem na sua frente estava uma Sala denominada São Francisco. “O frei me pediu se eu queria ser diocesano ou franciscano. Não sabia que os padres de Coronel Freitas eram franciscanos. Para nós, eram padres somente e eu queria ser padre. Mas eu olhei para a sala e disse que queria ser franciscano. Como o tempo e a formação, fui conhecendo melhor o carisma franciscano”, acrescenta.
Depis de Agudos, Diomedes fez a experiência do Postulantado em Guaratingetá (SP) e, depois de um ano, seguiu para o Noviciado de Rodeio, onde mais um ano lhe aguardava. Terminada esta fase de formação, Frei Diomedes seguiu para Campo Largo (PR), onde durante três anos cursou Filosofia(2001-2003). Em seguida, foi para Petrópolis (RJ), onde concluiu os estudos de Teologia (2004-2007). No dia 24 de novembro, em Duque de Caxias (RJ), foi ordenado diácono e ganhou sua primeira transferência para Coronel Freitas, onde tudo começou.
Filho de Irma e Audelino Basi, Diomedes é o primeiro da família. Tem quatro irmãs: Ester Mara, Stelimar, Francieli e Roberta Paula, que lhe deram seis sobrinhos.Para Frei Diomedes, pela frente tem a missão de ir ao encontro deste “povo de Deus, povo sofrido e calejado na luta do dia-a-dia, em busca de uma palavra de conforto, de esperança”. “No Evangelho de Mateus (9,36- 10,8), Jesus se compadece das multidões que estão sofrendo de enfermidades e opressão. Essa é a nossa missão: ir até esses que estão muitas vezes excluídos ou afastados da sociedade e tentar trazê-los de volta ao convívio comunitário. Para isso estou me tornando presbítero”, completou Frei Diomedes. |
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