No dia 11 de maio, em Missa celebrada pelo Papa Bento XVI no Campo de Marte, na cidade de São Paulo, foi canonizado o primeiro brasileiro nato, o popularmente conhecido e venerado Frei Galvão. Ele nasceu em Guaratinguetá, Estado de São Paulo, em 1739. Exerceu suas atividades apostólicas, sobretudo, na cidade de São Paulo. Grande devoto da Virgem Maria Imaculada exerceu as funções de Pregador, Confessor, Porteiro, Orientador Espiritual da Ordem Terceira Secular de São Francisco e Guardião do Convento do mesmo nome. Fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje, Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz. Distinguiu-se por uma vida apostólica e missionária, sendo chamado homem da paz e da caridade. Morreu em São Paulo, aos 23 de dezembro de 1822.
Tive o privilégio de participar da abertura do quarto e definitivo processo de beatificação de Frei Galvão, em 1981, como Vice-Postulador da Causa.
Por isso, é com alegria que, em preparação da canonização do Bem-aventurado Antônio de Sant’Ana Galvão, tomo a iniciativa de lançar uma luz sobre vários temas ligados ao culto dos santos na Igreja, como a compreensão do que seja um santo ou santa na Igreja e o processo de beatificação e de canonização. |