Os primeiros tempos da nova Província foram de
prosperidade e consolidação. Fundaram-se
novas casas e cresceu o número de frades. Floresceram
os estudos. Porém, de 1710 a 1740, a Província
viu-se abalada por lutas intestinas entre os frades de
filiação brasileira e portuguesa. Seguiu-se
um período áureo, de 1740 até os
fins do século XVIII, em que a Província
chegou a 500 frades. Ampliaram-se as atividades pelo extremo
Sul do Brasil, floresceram os estudos, chegando os do
Convento Santo Antônio do Rio de Janeiro a serem
elevados à categoria de Universidade em 1776.
Até o advento da República, a presença
dos frades parece ter se limitado aos conventos e estes
em centros urbanos, o que, certamente, não os impedia
de realizar incursões pelo interior. É verdade
que em um e outro lugar havia aldeamentos indígenas
dirigidos por frades. Contudo, a grande maioria vivia
mesmo nos conventos dos centros urbanos.