Província Franciscana da Imacula Conceição do Brasil
São Paulo, 04/02/2012
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Legenda dos Três Companheiros

Introdução

Legenda dos Três Companheiros - carta

Capítulo 1 – Sobre o seu nascimento e sobre sua vaidade, curiosidade e prodigalidade, e como dessas coisas chegou à generosidade e caridade para com os pobres

Capítulo 2 - Como foi preso em Perusa e das duas visões que teve quando quis ser cavaleiro.

Capítulo 3 - Como o Senhor visitou primeiro seu coração com admirável doçura, em virtude da qual começou a crescer pelo desprezo de si mesmo e de todas as vaidades, bem como pela oração, pelas esmolas e pelo amor à pobreza.

Capítulo 4 - Como começou com os leprosos a vencer a si mesmo e sentir a doçura do que antes lhe era amargo.

Capítulo 5 - Da primeira vez em que o Crucificado lhe falou e como, desde esse momento até a morte, trouxe a paixão de Cristo em seu coração.

Capítulo 6 - Como fugiu pela primeira vez das perseguições do pai e dos parentes, ficando com o sacerdote de São Damião, em cuja janela jogara o dinheiro.

Capítulo 7 - De seu grande trabalho e aflição na restauração da igreja de São Damião, e como começou a vencer a si mesmo quando saiu para pedir esmola.

Capítulo 8 - Como, ouvidos e entendidos os conselhos de Cristo no Evangelho, imediatamente mudou o hábito exterior e vestiu um novo hábito de perfeição, interior e exteriormente

Capítulo 9 - Sobre o modo da vocação de Frei Silvestre e da visão que teve antes de seu ingresso na Ordem.

Capítulo 10 - Como predisse a seus seis companheiros o que aconteceria quando fossem pelo mundo, exortando-os à paciência.

Capítulo 11 - Da recepção de outros quatro frades e da ardentíssima caridade que tinham entre si os primeiros frades, e da solicitude para trabalhar e rezar, e de sua perfeita obediência.

Capítulo 12 - Como o bem-aventurado Francisco, com os onze companheiros, foi à cúria do papa notificar-lhe seu propósito e conseguir a aprovação da Regra que havia escrito

Capítulo 13 - Da eficácia da sua pregação, da primeira morada que teve, como os irmãos ali estavam e como dali saíram.

Capítulo 14 - Do capítulo que se realizava duas vezes por ano no lugar de Santa Maria da Porciúncula.

Capítulo 15 - Da morte de Dom João, primeiro protetor, e da assunção de Dom Hugolino, ostiense, como pai e protetor da Ordem.

Capítulo 16 - Da eleição dos primeiros ministros e como foram enviados pelo mundo.

Capítulo 17 - Da morte santíssima do bem-aventurado Francisco e como ele, dois anos antes, havia recebido os estigmas de nosso Senhor Jesus Cristo

Capítulo 18 - De sua canonização

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  :: Cântico do Irmão Sol ::

"Altíssimo,
onipotente, bom
Senhor,
teus são o louvor,
a glória, a honra
e toda a bênção.
só a ti,
Altíssimo,
são devidos;
e homem algum é
digno
de te mencionar.
Louvado sejas,
meu Senhor,
com todas as tuas
criaturas,
especialmente o
senhor irmão
Sol, que
clareia o dia
e com sua luz
nos alumia.
E ele é belo
e radiante
com grande
esplendor:
de ti, Altíssimo,
é a imagem.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pela irmã Lua
e as Estrelas,
que no céu
formaste claras
e preciosas e belas.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelo irmão
Vento,
pelo ar, ou
nublado
ou sereno,
e todo o tempo,
pelo qual
às tuas
criaturas dás
sustento.
Louvado sejas,
meu Senhor
pela irmã
Água,
que é mui
útil
e humilde
e preciosa e casta.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelo irmão
Fogo
pelo qual iluminas
a noite.
E ele é belo
e jucundo
e vigoroso e forte.
Louvado sejas,
meu Senhor,
por nossa
irmã
a mãe Terra,
que nos sustenta
e governa,
e produz frutos
diversos
e coloridas flores
e ervas.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelos que perdoam
por teu amor,
e suportam
enfermidades
e tribulações.
Bem-aventurados os
que as sustentam
em paz,
que por ti,
Altíssimo,
serão coroados.
Louvado sejas,
meu Senhor,
por nossa irmã
a Morte corporal,
da qual homem algum
pode escapar.
Ai dos que morrerem
em pecado mortal!
Felizes os que ela
achar
conformes à
tua santíssima
vontade,
porque a morte Segunda
não lhes
fará mal!
Louvai e bendizei
a meu Senhor,
e dai-lhe graças,
e servi-o com grande
humildade."
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