Província Franciscana da Imacula Conceição do Brasil
São Paulo, 24/05/2012
Fraternidades e Serviços
     FRATERINIDADES
   E SERVIÇOS
     Últimas Notícias
     As Fraternidades
     SERVIÇOS DE ANIMAÇÃO
      Sefras
      SAV
      Missões
      JPIC
     OUTROS SERVIÇOS
      Comissariado da
      Terra Santa

      PUMI
      Pró-Vocações
      AFE Senhor Bom Jesus
      USF
      Vozes
     Sites Ligados à Província

:: Busca no Site ::
Powered by Google© Pesquisa Personalizada
 
-- As Fraternidades --
Tamanho do Texto: A+ a- << Voltar

Fraternidade Franciscana
Nossa Senhora da Penha
Atividades Pastorais

EXPEDIENTE
Diariamente, das 7h30 às 17h00

PORTÃO DE ACESSO

De segunda a sábado, das 5h30 às 16h45
Domingo, das 4h30 às 16h45

MISSAS
De segunda a sexta-feira:
6h00, 7h00, 8h00, 9h30 e 15h00
Sábado:
6h00, 7h30, 9h00, 11h00 e 15h30
Domingo
5h00, 7h00, 9h00, 11h00, 14h00 e 16h00

Missa dos Enfermos (Campinho)

2ª quarta-feira do mês - às 15h00

CONFISSÕES
Diariamente, das 8h00 às 11h00 e das 14h00 às 16h30

OBRAS SOCIAIS
AACP - A Associação dos Amigos do Convento da Penha foi criada em 1996 por iniciativa de um grupo de 19 (dezenove) pessoas que demonstraram seu imenso gesto de amor à Nossa Senhora.

A AACP é uma instituição sem fins lucrativos, possuído estatuto devidamente registrado, regimento interno, CNPJ e todas as demais exigências legais para funcionamento

SALA DOS MILAGRES
Diariamente, das 7h30 às 17h00

CONTRIBUIÇÕES
Certamente a sua contribuição, qualquer que seja o valor, em muito ajudará na cobertura dos elevados gastos de manutenção e preservação deste valioso patrimônio da humanidade. Caso você queira fazer sua contribuição poderá depositar em da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - Convento da Penha.
a) BANESTES - AG. 091 - C/C nº 1.404.744

CONHEÇA MAIS
A Gruta de Frei Pedro Palácios
Lapa de pedra localizada na parte externa do Convento, na Prainha, próxima ao o Oratório de Nossa Senhora e o Portão antigo. Recebeu o nome de gruta de Frei Pedro Palácios em homenagem ao Fundador do Santuário, que segundo os relatos históricos, era na gruta que Frei Pedro Palácios morou inicialmente quando aqui chegou em 1558, sendo tal abrigo muito utilizado no início da colonização por quaisquer forasteiros que aqui arribasse.
Durante muitas décadas a gruta foi um abrigo natural, formado pela natureza. No passado serviu de passagem para o "Caminho da Fortaleza" (caminho que levava ao Forte do Exército - São Francisco Xavier).

Oratório de Nossa Senhora da Penha
Relíquia da historiografia religiosa capixaba. Localizado do lado de fora do portão antigo do Convento, na praça Frei Pedro Palácios - Prainha de Vila Velha - ES. Atualmente, abriga uma réplica do Painel de Nossa Senhora das Alegrias.

O oratório remonta aos primeiros anos da colonização e era ponto de práticas devocionais da população local, dos pescadores e dos navegantes. Ali o mar encostava a terra. É um dos ícones da saga de Frei Pedro Palácios, fundador da Ermida das "Palmeiras" e foi utilizado pelo mesmo quando aqui chegou em 1.558, abrigando inicialmente o original do painel da Virgem que trouxe de Portugal.

O Portão Velho
Portão construído em 1774, com detalhes em relevo. Por ele se entra pela histórica e fascinante "Ladeira das Sete Voltas", primitivo caminho para o alto da montanha. Está localizado próximo à entrada do 38º BI.

Ladeira da Penitência ou das Sete Voltas
A Ladeira da Penitência" que é uma via de acesso ao Convento exclusiva de pedestre, é também conhecida como a "Ladeira das Sete voltas" ou ainda das "Sete Alegrias de Nossa Senhora" . O nome de Ladeira da Penitência é devido à sua declividade acentuada e disformidade de calçamento feito de pé-de-moleque, o que exige esforço para subi-la.

O nome de "Ladeira das Sete voltas" é devido as curvas graciosas; e toda ela como que serpenteia pela mata, com seus recantos maravilhosos e convidativos à meditação e à oração a cada volta. As Sete Voltas também insinuam as "Sete Alegrias de Nossa Senhora" , devoção instituída e propagada pela Ordem Franciscana a quem o fundador do Convento, Frei Pedro Palácios, dedicava especial predileção.

Sua existência data da fundação do Convento, tendo já passado por ela personalidades importantes de cenário religioso e político do País, a exemplo do Imperador Dom Pedro II e sua comitiva em 1.860. O seu calçamento de pedras é produto do trabalho dos escravos, que ocorreu pelo ano de 1.643, iniciativa do Frei Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774 e 1777 renovado e que perdura até os nossos dias.

A subida pela Ladeira da Penitência resulta numa caminhada de 457 m cheia de encantos pelas pedras seculares do calçamento, pelo verde da árvores seculares, pelas sete voltas com suas cruzes e mini-nichos com imagens para meditações e orações.

O Portão Principal
Portal construído em 1.952, é a principal entrada de acesso ao Convento. Sua estrutura arquitetônica retrata o estilo de construção dos anos 50, porém imitando o portal antigo que foi construído em 1777.

Mata Atlântica - Flora e Fauna
O Santuário da Penha abrange uma área de 632.226 m² que abriga também um fragmento de Mata Atlântica que é cuidadosamente preservada por meio de parceria com a iniciativa privada, através de Convênios de revitalização da mata firmado com a CVRD e a CST.
A faixa da Mata Atlântica existente no Santuário da Penha é o mais importante pulmão verde da Cidade de Vila Velha que abriga uma variada flora e fauna. As principais plantas nativas existentes na Mata do Convento são: cajasão, pau d'alho, pau sangue, guapuruvú, ipesão, louro, manjolo, angico branco, quina preta, dentre outros.
A fauna também é variada, existindo várias espécies de animais e aves, como, por exemplo: gambá, preguiça, faisão, dentre outras.

Palanque
O Palanque foi construído em 1.994, para a realização das Celebrações da Festa da Penha e também para outras celebrações que reunam um número significativo de pessoas. Tem todo infra estrutura, de altar a capela do Santíssimo para as celebrações da Eucaristia.

Capela de São Francisco
Capela que foi edificada por Frei Pedro Palácios em 1.558. Atualmente é dedicada a São Francisco, em honra ao fundador da ordem de São Francisco. Foi Nessa Capeta que Frei Pedro Palácios havia colocado inicialmente o Painel da Virgem Maria que trouxera de Portugal e foi também nesta que viera a falecer a 2 de maio de 1.570.
Tendo a Capela caído em ruínas, Frei Alfredo Setaro a reconstruiu no ano de 1.958, comemorando o 4º centenário da chegada de Frei Pedro Palácios ao Espírito Santo. Nesta capela Frei Pedro Palácios entregava-se aos exercícios da penitência e da oração.

Lanchonete e loja de lembranças Nossa Senhora da Penha
Em 1.994 o Convento construiu novo espaço para o funcionamento da lanchonete e da loja de lembranças, cuja renda é revestida para a manutenção e preservação do Convento. O visitante pode encontrar uma variedade de lembranças do Convento e de artigos religiosos em geral como, por exemplo: terços, medalhas de vários tipos e tamanhos, chaveiros, botons, imagens, santinhos, crucifixos, Bíblias, Postais, camisetas, dentre outros.

Sala da Apietá
Imagem esculpida em madeira maciça de cedro pelo artista italiano Carlos Crepaz em 1.961. A imagem tem 2,1 m de altura e lembra com seu porte a Pietá de Michelangelo. Em 1.999 a imagem foi restaurada e recebeu um redoma em acrílico para maior proteção.

Capela de Sant' Ana Mestra
Do lado esquerdo da nave principal do Santuário fica a capelinha dedicada à avó de Jesus, Sant' Ana. Os registros históricos indicam que em 1.865 já existia a capelinha com o retábulo que é todo em madeira, com relevo itália.

Capela e Retábulo Mor
Lugar da primitiva ermida construída por Frei Pedro Palácios. O primeiro altar da Capela-mor devia ser talhado em madeira, de acordo com o estilo da Igreja da época, porém não se tem registros oficiais do mesmo, que pode ter sido corroído pelo cupim ou mesmo destruído pelas mãos dos coveiros de antiguidades preciosas.
Segundo dados históricos já em 1.770 existia o atual altar-mor, todo em pedra de mármore branca, vermelha, azul e amarela que, em 1.874 foram concluídas as obras de entalhe e esculturas, que deram ao altar rara beleza e encantamento.

Balaustrada do Coro
Peça em madeira com talha artisticamente confeccionados numa harmonia com as demais peças em madeira, enriquecendo o ambiente interno do Santuário.

Interior do Santuário
Vários escritos existentes indicam que o Santuário da Penha teve sua construção iniciada por Frei Pedro Palácios que faleceu em 1.570. As obras de construção em seu estado atual foi concluída em 1.644, pelo então Guardião Frei Paulo de Santo Antônio, que levantou o corpo da Igreja transformando a capela existente em capela-mor, guarneceu as paredes com uma barra de azulejos e ampliou a pequena sacristia.

Desde então recebeu o título de Santuário em substituição ao de Capela de Nossa Senhora da Penha.
As fontes históricas não revelam quantos altares foram erguidos na época da construção. Apenas se tem informações, por meio de fontes de 1.865, que indicam que nesse ano também já existiam os altares laterais do Senhor Bom Jesus e o de Nossa Senhora das Dores e o da Capelinha de Sant' Ana.

Corredor Contíguo ao Santuário
Nas paredes laterais do corredor ou galeria do lado direito da Igreja, encontra-se uma barra de azulejos português do século XVIII.

Até princípios de 1.952, o corredor, ou galeria, servia para a exposição de ex-votos e outras promessas dos fiéis. Atualmente, no lado esquerdo do corredor estão expostos os quadros de Benedito Calixto e de Mirian Rabello. À direita encontram-se os quatros da Via-acra, em madeira, cujas figuras são de procedência italiana.

Sacristia
Abriga o arcaz em estilo Dom José executado em jacarandá maciço e, um armário embutido esculpido em madeira para guardar os objetos litúrgicos. Capela e Retábulo Mor

Ruínas das casas dos escravos
Conservam-se alguns pilares e colunas de antigas casas de escravos que viveram no Convento da Penha. O trabalho de conservação e limpeza da área com o plantio de grama é uma homenagem dos frades aos escravos que ajudaram a construir, defender e conservar o Santuário.

Documentos antigos revelam que os escravos hábeis sabiam geralmente um ofício: uns escravos eram músicos, outros eram organistas e outros formavam a banda de música do Convento para solenizar as festas de Nossa Senhora.

Museu
Aberto aos sábados, domingos e feriados
O Museu de Nossa Senhora da Penha foi criado por frei Alfredo Setaro, em 1952 e reinaugurado em outubro 2000 pelo atual Guardião Frei Geraldo Freiberger.
O museu do Convento está organizado no pavimento térreo da ex-casa dos romeiros, e tem por objetivo a dinamização museológica do seu acervo, motivar uma reflexão sobre a História do Santuário de Nossa Senhora da Penha enquanto núcleo da cristianização e religiosidade dos Capixabas.
O Museu representa um capítulo na História do Convento/Santuário da Penha, iniciado por frei Pedro Palácios, em 1558, com o esforço e colaboração dos índios, negros africanos, dos europeus integrantes dos conjuntos de povoados desta terra capixaba, e dos franciscanos. O museu do Convento integra o grupo de pequenos Museus Latino-americanos, importantes pela atuação museal realizada com suas comunidades e por seus raros acervos, heterogêneos, representativos da sua região e país.
Nas exposições estarão objetos-peças na sua maioria datáveis dos séculos XIX/XX, principalmente os representativos da época em que os frades franciscanos retornaram ao seu Convento da Penha 1942 (WILLEKE 1973), de onde se ausentaram involuntariamente.
Para uma leitura dos antigos processos construtivos da ex-casa dos romeiros, estão visíveis para uma observação direta do público parte do antigo piso de lajotas e "uma abóbada de tijolos apoiada em quatro pilares contígua a um pequeno cômodo, originalmente de meia-água, em alienaria de pedra e cal..." Guarte, 1997).
No Conjunto dos objetos-peças exibidas de inegável qualidade artística, realizados em diferentes momentos históricos, merecem atenção, entre outros, a pia batismal em uso de 1952 a 1970 quando os batizados no Convento da Penha foram cancelados por motivos pastorais o artístico conjunto de esculturas religiosas representativas das antigas devoções do Convento como Nossa Senhora do Desterro; Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição e outras ; venerada pelos franciscanos.Os
raros trajes da imagem-de-roca de Nossa Senhora da Penha os ex-votos narrativos pintados, Sec. XIX/XX, de preciosa fatura popular.

Sala dos Milagres
A Sala dos Milagres constitui o espaço para exposição de ex-votos ofertados à Virgem da Penha. Está organizada no pavimento térreo da ex-casa dos romeiros ao lado do Museu. Foi inaugurada em 1.998 e expõe acervo tradicional reunido por mais de dois séculos pelos frades franciscanos e pelos fiéis devotos o Santuário.

Na Sala dos Milagres encontra-se uma réplica da Imagem de Nossa Senhora da Penha que é peregrina e visita as comunidades. A imagem da Santa está em destaque, tendo como fundo painel evocativo da "Festa da Penha", pintado pelo artista plástico Atílio Colnago, para abençoar seus devotos.

Nas paredes laterais estão expostos inúmeras placas de agradecimento e de quadros com fotografia de fiéis e devotos de Nossa Senhora. Assim também estão expostos outros objetos como cabeça de cera, pernas, muletas e vários outros ex-votos deixados pelos devotos de Nossa Senhora em agradecimento pelas Graças alcançadas.

Alameda Dom Luís Scortegagna
O acesso rodoviário ao Convento tem o nome de Alameda Dom Luiz Scortegagna em homenagem ao 4º Bispo do Espírito Santo.

Nasceu de um simples caminho particular, aberto pelo então Guardião Padre José Lidwin que abriu uma "picada" na mata para a passagem com seu cavalo do seu sítio, hoje onde esta instalada a horta do convento, para se chegar, até o campinho.

A primeira abertura da estrada, aproveitando parte da "picada" feita pelo Padre José, ocorreu na década de 20, após a inauguração da Ponte Florentino Avidos ( também conhecida como cinco Pontes), pelo então Governador Florentino Avidos. O ato do então Governador atendeu ao apelo de pessoas que possuíam carro e queriam visitar o Convento em seus automóveis.

As constantes erosões provocadas pelas chuvas que dificultavam o acesso dos automóveis ao Convento, levou em 1.952 o Governador do Estado Jones dos Santos Neves, a pavimentar a estrada que recebeu o nome de Alameda Dom Luiz Scortegagna .

São 1.200 m de Alameda, ladeada de belíssimas e frondosas árvores, que encantam a todos pelas suas variadas formas e estrutura de suas folhagens.

Tamanho do Texto: A+ a- << Voltar
  :: Cântico do Irmão Sol ::

"Altíssimo,
onipotente, bom
Senhor,
teus são o louvor,
a glória, a honra
e toda a bênção.
só a ti,
Altíssimo,
são devidos;
e homem algum é
digno
de te mencionar.
Louvado sejas,
meu Senhor,
com todas as tuas
criaturas,
especialmente o
senhor irmão
Sol, que
clareia o dia
e com sua luz
nos alumia.
E ele é belo
e radiante
com grande
esplendor:
de ti, Altíssimo,
é a imagem.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pela irmã Lua
e as Estrelas,
que no céu
formaste claras
e preciosas e belas.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelo irmão
Vento,
pelo ar, ou
nublado
ou sereno,
e todo o tempo,
pelo qual
às tuas
criaturas dás
sustento.
Louvado sejas,
meu Senhor
pela irmã
Água,
que é mui
útil
e humilde
e preciosa e casta.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelo irmão
Fogo
pelo qual iluminas
a noite.
E ele é belo
e jucundo
e vigoroso e forte.
Louvado sejas,
meu Senhor,
por nossa
irmã
a mãe Terra,
que nos sustenta
e governa,
e produz frutos
diversos
e coloridas flores
e ervas.
Louvado sejas,
meu Senhor,
pelos que perdoam
por teu amor,
e suportam
enfermidades
e tribulações.
Bem-aventurados os
que as sustentam
em paz,
que por ti,
Altíssimo,
serão coroados.
Louvado sejas,
meu Senhor,
por nossa irmã
a Morte corporal,
da qual homem algum
pode escapar.
Ai dos que morrerem
em pecado mortal!
Felizes os que ela
achar
conformes à
tua santíssima
vontade,
porque a morte Segunda
não lhes
fará mal!
Louvai e bendizei
a meu Senhor,
e dai-lhe graças,
e servi-o com grande
humildade."
Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil
Copyright © 2011 Franciscanos.org.br - Todos os direitos Reservados.