|
Por Fabiano Viana
“Viva a Vida!” esta foi a “frase de ordem” que os ativistas do Movimento de Luta Contra a Aids, gritaram no último dia 29 de novembro, no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo, durante a realização do Ato Público com o tema: Aids e o SUS - “Quando teremos o Acesso Universal?”. Para dar visibilidade a manifestação, o Movimento pendurou uma grande faixa preta, confeccionada pelos participantes do Centro Franciscano de Luta Contra a Aids – Cefran, que chamava a atenção de quem passava no local.
Na faixa, além do grande letreiro com o tema, eles também colaram caixas de remédios.
As manifestações pelo Dia Mundial de Combate a Aids, contou também com palestras realizadas nos dias 28 e 29 de novembro, na sede do Grupo de Incentivo a Vida – GIV, Vila Mariana, Zona Sul de SP, com tema “Direitos Humanos e Ilicitude”. O debate se deu em torno da criminalização e a discriminação das pessoas vivendo com HIV/AIDS.
Durante o Ato Público, do dia 29, os manifestantes distribuíram à população, uma carta aberta do Movimento de Luta contra a Aids com conteúdo de críticas à condução da política brasileira de saúde e o distanciamento do acesso universal.
Os ativistas usaram camisetas brancas com a frase Sou 100% SUS gritavam “VIVA a VIDA” em defesa do Sistema Único de Saúde - SUS, da integração da saúde às demais Políticas e a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/AIDS. Foi mencionado o aumento de casos de HIV/AIDS na população idosa e adolescente e, as mortes por Aids que ainda são recorrentes.
Enfatizaram o preconceito, e a superficialidade de conhecimentos da população sobre o tema, bem como a pobreza como os grandes desafios a ser superado pelos Movimentos Sociais. |