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Altar da Igreja de São Pedro - Jaffa |
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Cesaréia Marítima |
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Cesaréia Marítima |
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Cesaréia Marítima |
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Eucaristia na Igreja de São Pedro |
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Igreja de São Pedro |
Diário do Peregrino
Dia 25 de julho (sexta-feira)
Por Frei Ivo Müller (texto) e Por Frei César Külkamp (fotos)
Deixamos o Monte Tabor às 08h00 e tomamos o ônibus na planície, em direção à Cesaréia Marítima. No caminho, Frei César motivou a oração da manhã, a partir de um texto franciscano (Testemunhos não-franciscanos do séc. XIII, Jacques de Vitry, 7, a-c).
Tal texto nos serviu de inspiração para a retomada do reviver a nossa vocação, à partir da experiência que esses frades viveram aqui no Oriente Médio.
Chegamos à Cesaréia Marítima às 09h15 e iniciamos a nossa visita pela parte sul, pela porta do teatro romano e a terminamos às 10h15, no aqueduto de Herodes. Esta cidade foi um grande centro do império romano no ano 6 d.C. Pôncio Pilatos foi prefeito desta cidade.
Também foi capital do império romano. Duas grandes estátuas, quebradas, recordam a divindade dos imperadores (tempo de Adriano). Neste lugar, Eusébio de Cesaréia escreveu a História Eclesiástica. Aqui, Paulo foi preso por dois anos, antes de ser encaminhado a Roma.
O enorme teatro romano está muito bem conservado e serve de palco para grandes encenações de verão em Israel. A seguir, visitamos as ruínas cruzadas, nos recordando do episódio da conversão de Cornélio.
Em seguida, as ruínas bizantinas, com alguns mosaicos ainda visíveis, e no fim da visita, o Aqueduto de Herodes (ruínas), que trazia a água dos pés do monte Carmelo, a 17 Km daqui. Ele apresenta dois canais, um interno e outro externo, construídos no tempo de Herodes, o grande.
Já eram 11h15 quando fizemos uma visita panorâmica à cidade de Tel Aviv, com suas lindas praias, repletas de veranistas. Tel Aviv é a cidade moderna, que cresceu ao redor de Jaffa, a antiga Jope citada na Bíblia. Tel Aviv significa colina da primavera.
Com as suas praias e edifícios modernos, esta cidade foi fundada em 1909. É uma cidade com quase um milhão de habitantes, a maioria liberal no modo de ser religioso. Apesar da capital do Estado estar em Jerusalém, a maioria das embaixadas estão localizadas em Tel Aviv.
Chegamos em Jaffa às 11h30. Jaffa é um porto, com seus 5.000 anos de história. Aqui chegaram: Tutmosis III, Salomão, a rainha de Sabá, os cedros do Líbano para a construção do Templo de Salomão.
Também é o lugar onde Jonas partiu para Nínive, e onde Pedro vivia na casa do curtidor Simão (visão dos animais impuros), e onde houve a ressurreição de Tabita. O santuário de São Pedro, que pertence aos franciscanos, foi construído no século passado sobre as ruínas dos cruzados.
Os frades nos receberam de braços abertos, para que pudéssemos celebrar a Eucaristia numa capela interna do Convento. Esta missa foi presidida por Frei Pedro, ladeada pelo Frei César e pelo Carlos.
Após a celebração, procuramos uma sombra na Colina da alegria, para que pudéssemos nos abastecer do mínimo necessário, em vista da continuidade de nossa peregrinação na parte da tarde. Foi o último pranzo al sacco da experiência.
Na parte da tarde, era prevista a visita à Basílica dos Discípulos de Emaús, no santuário dos franciscanos (Qubbeib). Porém, devido aos problemas de controles de Israel na área Palestina, os participantes votaram pela renúncia a este santuário, optando pelo Santuário de Abu Ghosh, que também traz a memória de um dos três locais dos Discípulos de Emaús.
Para nossa infelicidade, este santuário estava fechado, pelo fato de ser sexta-feira à tarde (véspera do Shabat). Assim, prosseguimos até o local de nossa etapa final do Projeto, que é Ain Karem.
O restante da tarde ficou livre para descanso e leituras pessoais.
Na parte da noite, após o gostoso jantar com os frades da comunidade, tivemos a nossa preparação para o dia seguinte, com uma projeção do DVD da Terra Santa sobre os santuários do Monte das Oliveiras.
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Um dos lugares que faz a memória dos discípulos de Emaús |
A cidade de Jaffa |
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