São Paulo, Brasil, 01/12/2008, 20:56
| Home |




A inspiração com que cada um vê ou percebe o dízimo vai atribuir-lhe um significado. Assim, ouve-se que é gesto de amor, de agradecimento, expressão de fé, de solidariedade, de fraternidade, retribuição aos dons e bênçãos de Deus, manifestação de responsabilidade para com a Igreja e o plano de Deus, e outros inúmeros qualificativos que buscam defini-lo. De fato, o dízimo assume diferentes expressões em razão do que o motiva (por que o oferto?) ou de sua destinação (para que o oferto?). Mas uma palavra enfeixa todas as suas possíveis definições: AMOR. Num primeiro momento, devo reconhecer, pelos dons gratuitos que recebo de Deus - a começar pela vida, pela saúde, pela inteligência -, o imenso AMOR que Ele tem por mim. Depois, manifesto de forma objetiva minha gratidão, retribuindo a Ele este sentimento em gesto concreto de AMOR através dos meus irmãos.

O homem do campo, com muita facilidade, vê a ação de Deus, a colaboração, a parceria de Deus em seu trabalho. É a terra, o sol, a chuva, que, no tempo e na quantidade certa, fazem brotar a semente, desenvolver a planta, gerar o fruto. E reconhecendo a eficácia dessa parceria, à época da colheita, como retratado no Antigo Testamento, oferta a Deus o dízimo, a décima parte, de tudo o que produz. Hoje, a maioria de nós está confinada em grandes centros urbanos. Nosso campo são as fábricas, os escritórios, as lojas de comércio.

A semente é nossa vida, é nossa saúde, nossa inteligência, dons de Deus que colocamos a serviço. Nossa colheita, fruto de nosso trabalho, é o salário que recebemos no final de cada mês, ou aquilo que recebermos por qualquer trabalho, seja a que título for, em que empreguemos aqueles dons. Então, testemunhando a gratidão a Deus e manifestando nosso amor à Igreja e aos irmãos, também ofertamos nosso dízimo. O dízimo é, pois, uma retribuição que fazemos a Deus de parte do que gratuitamente d'Ele recebemos, um pouco de nós mesmos; e o fazemos através da Igreja, para que ela possa cumprir a missão da qual Jesus a incumbiu.

 COMO SER DIZIMISTA?

O princípio básico para a caminhada do dízimo está num todo, pois a responsabilidade de evangelização e conscientização é de todos. Por isso, como cristãos conscientes e membros ativos da igreja, os membros das pastorais, do conselho pastoral, dos grupos, dos movimentos, os catequistas, os ministros, os que participam das celebrações litúrgicas, todos devem ser os primeiros a contribuir, tanto por convicção, como para dar testemunho aos demais membros da comunidade. Todos devem ser dizimistas fiéis! Precisamos meditar sobre isto e formar um juízo de responsabilidade coletiva, para formar um elo concreto com a comunidade. É doação. É união. É fidelidade à nossa igreja.  Dízimo não é uma imposição ou uma taxa que tenho que pagar todo mês, mas um gesto de colaboração com a minha igreja. A oferta é espontânea e livre, de acordo com as possibilidades de cada família. Cada pessoa determina o valor que vai contribuir mensalmente. A inscrição no dízimo de nossa paróquia de S. Francisco é feita através de um carnê especial, realizada no balcão do dízimo das missas do final de semana ou na secretaria paroquial. Ao se inscrever, você colabora de acordo com suas possibilidades, de forma livre. Repetimos que o dízimo não é uma taxa e nem existe multa por atraso. É um gesto de amor e doação! Como dizimista, você recebe em sua casa mensalmente, pelo correio, o boletim de nossa paróquia, um belo cartão de aniversário e uma missa especial todo mês por você e sua família. Contamos com você! Obrigado! Procure nossa secretaria ou balcão do dízimo!

| VOLTAR |

menu
A Paróquia Notícias O Padroeiro Fotogalerias Guia de Noivos Espiritualidade Grupo de Oração Onde fica Missas Expediente Paroquial Pastorais e serviços